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1971 a 1990
1977
A Nova Sede

Antes da lamentável derrubada da velha sede, muitas coisas se passaram
nos bastidores do clube. Na solenidade para a assinatura das escrituras, estiveram
presentes, além do Presidente Wilson Freire Carvalhal, antigos presidentes
do clube, presidentes do Conselho Deliberativo, presidente do Alto Conselho, da
Comissão Fiscal, da Comissão de Obras e Expansão Patrimonial,
além de associados de várias classes.

Carvalhal
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Sem entrar basicamente nos argumentos, o ex-presidente Wolney
Braune afirmou que está de pleno acordo com a prorrogação
dos mandados de todos os poderes do America, tal como foi sugerido pelo
Sr. Giulitte Coutinho. O Sr.Wolnei Braune não fez nenhum elogio. Apenas
situou-se na fase de desenvolvimento do America com obras muito importantes
que em sua opinião devem ser concluídas pela atual administração.

"Não seria sensato que homens que começaram essa obra gigantesca,
fossem substituídos por outros. Haveria prejuízos incalculáveis
e disso estou mais do que certo. No America - prosseguiu - não vejo
nomes. Apenas olho o clube que é a causa de todos nós. E se estamos
atravessando um surto de desenvolvimento, devemos permitir que os mesmos homens
levem a cabo a missão. Esse é o meu ponto de vista." |
| Homenagem ao General Calderari e ao Contra-Almirante
Álvaro Grego.
Durante a homenagem foi invocado as palavras do Juiz Eliézer Rosa,
quando, por ocasião da morte de Manduca da Bicicleta, escreveu a Antero
de Carvalho, definindo o que é ser americano:
"Agora sei que sou americano. Agora entendo que ser
americano é uma posição espiritual, um sentimento e não
um pensamento positivo, racional. Nada tem a lógica com o ser americano.
Ser americano é destino. Nasce-se americano, como se nasce poeta ou artista,
branco ou preto." |

Em primeiro plano, o General Benedicto Maia Pinto
de Almeida e D. Célia Carvalhal.
Em pé: Coronel Erar Vasconcelos, Presidente
Wilson Carvalhal, General Arnaldo Calderari, ex-presidente Giulite Coutinho, Contra-Almirante
Álvaro Grego e jornalista João Antero de Carvalho. |
A Equipe em 1977 |
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As sucessivas contusões prejudicaram o time de 1977, a ponto de um atacante,
César, ter sido improvisado como lateral direito.
As vitórias sobre Vasco (campeão do turno), Flamengo e a excursão
pela Europa (onde a equipe foi aplaudida de pé, após ganhar do Atlético
de Madrid), forma provas inequívocas do excelente nível técnico
dos novos jogadores. Da mesma forma, as também sensacionais vitórias
sobre o Palmeiras e o Botafogo de Ribeirão Preto, campeão do turno
paulista.
Na condição de um dos principais artilheiros do Campeonato Carioca,
mesmo tendo ficado ausente de vários jogos por contusão, Mário
se constituiu em outro exemplo do excelente nível técnico das contratações.
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No listão da CBD para a Copa de 78, estão País e Bráulio.
Outros certamente mereciam ser lembrados por Coutinho.

Em pé: Biluca, Renato, Uchoa,
Alex, País e Jorge Valença.
Agachados: César, Bráulio, Ailton,
Mário e Gilson Nunes.
Dois titulares - Álvaro e Reinaldo - estão
ausentes da foto por motivo de contusão.
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